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A Associação de Municípios das Terras de Santa Maria
(AMTSM) foi constituída por escritura pública a 12 de Setembro
de 1985 pelos Municípios de S. João da Madeira e Oliveira de
Azeméis. A 15 de Fevereiro de 1993, com efeitos reportados a 7
de Setembro de 1988, verifica-se a adesão do Município de Vale
de Cambra à AMTSM e posteriormente, em 2000 a adesão dos novos
associados: Arouca e Santa Maria da Feira.
A Associação tem a sua sede na Praça da República em
Oliveira de Azeméis, encontrando-se os seus serviços
localizados no edifício do Gabinete de Apoio Técnico de Entre
Douro e Vouga (GATEDV), no Lugar do Parrinho, em S. João da
Madeira.
Sendo Pessoa Colectiva de Direito Público criada para a
realização de interesses específicos comuns, tem por fim a
realização de quaisquer interesses compreendidos nas
atribuições dos municípios, tais como, o planeamento, a
projecção, o financiamento, a execução, a gestão e manutenção
de actividades relacionadas nomeadamente com saneamento
básico, ambiente e qualidade de vida.
O reforço do associativismo municipal e a coesão
institucional é o princípio para a estratégia de
desenvolvimento viável desta Associação, , tem um papel
importante na concertação intermunicipal, e tem objectivos e
fins complementares aos dos municípios que a integram,
articulação e complementaridade. Assume, desta maneira,
responsabilidades determinantes no processo de desenvolvimento
do seu território.
A AMTSM têm conta com o apoio de várias entidades,
nomeadamente a CCDRN/GATEDV, e da Administração Central,
através da concessão de fundos comunitários e contratos
programa, tentando alcançar uma meta onde o desenvolvimento
sustentado e o bem estar das populações é primordial.
(Agradecimentos) A Associação de Municípios de Terras de
Santa Maria(AMTSM) agradece e deseja reconhecer publicamente a
colaboração de todos os participantes neste projecto, em
particular aos participantes locais que com a sua alma e
sabedoria contribuiram de forma decisiva para preservar a
memória e identidade regionais. Sem a sua generosa
contribuição e disponibilidade, o Projecto Bibliotecas Vivas –
Velhas Palavras Novas Leituras não teria sido possível. |